terça-feira, 26 de abril de 2011

Por que o caqui amarra a boca?

        O caqui um fruto nativo da China, mas que teve o desenvolvimento de cultivares na Coréia e também no Japão. A partir de 1920, com a vinda de imigrantes japoneses ao Brasil ocorreu a expansão da cultura no estado de São Paulo e a disseminação desta delicada fruta no gosto dos brasileiros.

        De acordo com dados da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations), a produção mundial de caqui, em 2007, foi de 3,3 milhões de toneladas. Sendo a China o maior produtor com 2,3 milhões de toneladas, seguida da Coréia, Japão e Brasil ocupando o quarto lugar produzindo cerca de 170 mil toneladas.

        Os caquis são classificados em taninosos, não taninosos e variáveis.

        Os taninosos (ou Sibugaki) são os que possuem um tipo de polifenol, denominado tanino, que são responsáveis por amarrar a boca! Os taninos inibem a atividade lubrificante da saliva, e por isso a sensação estranha. Eles tem a polpa macia, forma esférica achatada e coloração quase vermelha. O mais cultivado no Brasil chama-se Taubaté.

        As cultivares não taninosas (ou Amagaki) possuem a polpa amarela, possibilitam colheita tardia, além ter boa aceitação por parte do consumidor, como o caso da Fuyu.

       Os variáveis, como os Rama Forte, tanto podem ter polpa amarela e não possuir sementes nem tanino, como ter polpa escura com sementes e tanino. Quando oriundos de flores não polinizadas (sem sementes) apresentam polpa amarela e rica em taninos, necessitando de destanização. Porém, quando ocorre polinização há formação de sementes e a polpa apresenta-se escura de cor chocolate e sem tanino, estando aptos para o consumo na colheita.

        Como pode ser feita a destanização?

         Podem ser utilizados métodos para a remoção da adstringência de caquis com utilização de atmosfera com alta concentração de dióxido de carbono ou baixa concentração de oxigênio e exposição à atmosfera com vapores de etanol.

        Com esses tratamentos é induzida a respiração anaeróbica nos frutos, e consequentemente a produção de acetaldeído. Esse composto reage com o tanino solúvel (responsável pela adstringência), tornando-o insolúvel ou polimerizado, deixando-o assim “inativo”.

                                                                                                                          

 


terça-feira, 12 de outubro de 2010

Época de: Jabuticaba!



"No sítio de dona Benta havia vários pés, mas bastava um 
para que todos se regalassem até enjoar. Justamente naquela semana as jabuticabas
tinham chegado “no ponto” e Narizinho não fazia outra coisa senão chupar jabuticabas. 
Volta e meia trepava à árvore, que nem uma macaquinha. 
Escolhia as mais bonitas, punha-as entre os dentes e tloc! 
E depois do tloc, uma engolidinha de caldo e pluf! – caroço fora. 
E tloc, pluf, tloc, pluf, lá passava o dia inteiro na árvore."


Reinações de Narizinho - Monteiro Lobato



          A jabuticaba tem sabor de infância! Afinal, nos é familiar consumi-las da forma como Monteiro Lobato descreveu: direto do tronco da jabuticabeira.

          Estamos na época de jabuticabas no estado de São Paulo, porém, a oferta para comprá-las em feiras ou supermercados é pequena. Logo, para que possamos desfrutar de seu gosto, temos que recorrer pomares caseiros de vizinhos e amigos que tenham nos seus quintais, sítios, chácaras...

          Existem muitas variedades de jabuticabas, dentre elas destacamos a Sabará, a mais apreciada de todas: produtiva, pequena e saborosa. Também é comum encontrarmos a Paulista, que possui frutos maiores.

         A safra da jabuticaba dura pouco e, além disso, a frutinha é altamente perecível. Depois de retirada da árvore, é natural que haja murcha e processo de fermentação. Jabuticabas podem ser armazenadas por no máximo 3 dias, acondicionadas em sacos plásticos e em geladeira.

          Cientistas de várias instituições pesquisam para conhecê-la melhor, mesmo sendo nativa do Brasil, ainda temos poucos estudos sobre o tema.

          Segundo pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a jabuticaba possui alto teor de antocianina, localizada em sua casca. São 314 mg/100g, valor que fica acima do encontrado em uvas tintas. A antocianina ajuda a combater os radicais livres, que estão ligados ao processo de envelhecimento. Além disso, ainda temos fósforo, ferro e vitamina C em sua polpa.

         Podemos consumi-la de várias formas: in natura, licores, geléias, sucos...

         Em São Carlos-SP, existe um local encantador, uma alameda de jabuticabeiras, composta por mais de 200 árvores. Ela fica na Fazenda Pinhal, patrimônio histórico e artístico nacional. Conta a história que em 1890, o proprietário da fazenda, o Conde do Pinhal, recebeu o seguinte telegrama em viagem pela Europa: “Jabuticabas em flor no Pinhal”. Bastavam essas palavras para que ele arrumasse as malas e voltasse para o Brasil.

 



"Atrás do grupo-escolar ficam as jabuticabeiras.
Estudar, a gente estuda. Mas depois,
ei pessoal: furtar jabuticaba.
Jabuticaba chupa-se no pé.”
 
Menino Antigo - Carlos Drummond de Andrade



quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Mamão Papaya: Saúde e Arte

         Extremamente saboroso e aromático, o mamão é uma das frutas mais produzidas e apreciadas no mundo. Tem alto valor nutricional, sendo rico em betacaroteno (que atua como formador da vitamina A), vitamina C e vitaminas complexo B. O consumo do mamão ajuda a manter o bom funcionamento do aparelho digestivo e contribui para uma dieta saudável, uma vez que a fruta apresenta baixo valor calórico.

          A Union of Growers of Brazilian Papaya (UGBP) oferece frutas saudáveis com alta qualidade, tendo respeito e compromisso com o meio ambiente. Pensando no conceito de reutilização e redução de resíduos, a UGBP agora disponibiliza no mercado novas embalagens, e se aliou ao prestigiado artista pop Romero Britto.

          O artista pop Romero Britto usa cores vibrantes em padrões arrojados como linguagem visual de esperança e alegria. Foi creditado com a maior obra permitida no Hyde Park, um dos Parques Reais de Londres e expos sua arte também no Museu do Louvre – uma arte que atrai a todos! Os consumidores do pequeno mamão papaya oferecido pela UGBP podem receber a felicidade da arte de Britto de graça, junto com a saúde e frescor oferecidos pelos mamões brasileiros da UGBP.

         
          São pequenas caixas, com dimensão de 15 x 25 cm, contendo 1,5 kg de mamão cv. Golden. A caixa deixa de ter apenas as suas funcionalidades básicas de conter, proteger e transportar frutas e passa a ser um objeto de arte. A coleção, denominada “Saúde e Arte”, agrada crianças e adultos, em design exclusivo para as embalagens de mamão. É uma ótima opção para consumir e presentear.

          A embalagem pode ser reutilizada para armazenar os mais diversos produtos (maquiagens, DVDs, itens de escritório...), e fica a cargo da criatividade do consumidor dar nova utilidade para esta caixinha tão charmosa. A cada três meses a caixa terá novo desenho, colecioná-las é uma forma de contribuir para a preservação do meio ambiente, para a redução da produção de lixo, e aproveitar para ficar mais próximo da arte.
 
 
*colaborou para este post a UGBP  - (Union of Growers of Brazilian Papaya), União de tradicionais produtores de Papaya da região de Linhares no Espírito Santo, focada no fornecimento de Papaya de alta qualidade sempre respeitando o meio ambiente.
Quer saber mais?
Acesse: http://www.ugbp.com/




sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O que é pistache?

          O pistache (Pistacia vera L.) é uma noz, nativa da Ásia Central, de países como a Síria, Irã, Turquia Grécia e Afeganistão. O Irã é o maior produtor mundial de pistaches, possui 300 mil hectares ou cerca de 70% com cultivo tradicional, porém de baixa produtividade por área. Países como a Austrália e o Chile tem investido em áreas de alta produtividade objetivando a exportação. Os maiores consumidores de pistache são os chineses, seguidos por americanos, russos e indianos.

          O pistacheiro é uma árvore que mede de 3 a 8 metros, pertencente à família Anacardiaceae (a mesma que o caju e a manga). Demoram de 7 a 10 anos para entrarem em produção plena, em contrapartida a longevidade é uma de suas marcas, há relatos de plantas com 80 anos com boas produções. Tem característica bienal, o que quer dizer que um ano produzem muito bem, e no outro tem baixa produção. São exigentes em frio e em água.

          Pode ser consumido na forma de noz, torrado e salgado, comercializado com ou sem casca. Muito utilizado na confeitaria em geral, o óleo de noz de pistache também é usado em indústrias de cosméticos e farmacêuticos.

          Não há cultivo comercial do pistacheiro no Brasil, aqueles que consumimos são importados. Segundo pesquisadores do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) ele poderia ser adaptado em áreas onde temos clima temperado, ou com tradição e tecnologia em produção de frutas, juntamente com outras produções, como a uva, seria uma forma de consórcio que compensaria os primeiros anos improdutivos.

         O preço do pistache pode variar, dependendo da sua origem e qualidade, mas um preço médio no mercado é de R$ 12,00 cada 100g.



domingo, 26 de setembro de 2010

As rosas multicoloridas

         Termina hoje a 29ª Expoflora, maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina, realizada anualmente na cidade de Holambra. Conhecida nacionalmente como a Cidade das Flores, o município ostenta atualmente o título de maior produtor e centro de comercialização de flores e plantas ornamentais do país, respondendo por cerca de 35% dos dois setores.

  
       Esse ano, mais uma vez, um dos mais curiosos itens em exposição foram as flores multicoloridas. Expostas pela primeira vez no ano de 2007 elas ganharam o nome de rosa ‘Aquarela’, por reunir muitas cores em uma única rosa. Este ano também, e em virtude da realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014, foram produzidas flores em cores verde, amarela e azul, a variedade ‘Brasileirinha’.

          A técnica para colorir as rosas foi desenvolvida por um holandês Peter van de Werken, que também desenvolveu tecnologia para colorir outras flores, como crisântemos e orquídeas. Durante o processo de coloração as hastes são colocadas em água, onde estão presentes substâncias corantes naturais. Depois de 12 a 24 horas, em um processo mantido em segredo, os corantes tingem as pétalas das flores.
        
          Aqui no Brasil elas são produzidas artesanalmente com a tecnologia importada da Holanda, utilizando a rosa ‘Avalanche’, de cor branca, como base para o tingimento. A unidade da rosa ‘Aquarela’ chega a ser vendida por R$ 15,00 durante a Expoflora.

         Depois de tingida e bem cuidada, ela pode durar até 10 dias no vaso.


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A abóbora brasileirinha

          Sabe quem foi o responsável pela coloração desta abóbora?

          A natureza!

         Sim, a abóbora 'Brasileirinha' é uma cultivar de abóbora que apresenta cores marcantes, frutos bicolores e surgiu na plantação de abobrinhas normais. A partir desta variação espontânea a Embrapa Hortaliças deu aquela forcinha e com muita pesquisa a melhorou, buscando oferecê-la ao mercado.

          A cultivar Brasileirinha tem enorme valor ornamental, é rica em nutrientes, como luteína que ajuda na prevenção da catarata, e em betacaroteno.

          Por ser rústica possui boa resistência a doenças, pode ser cultivada em todas as regiões onde já acontece o cultivo das demais abóboras e produz até 10 abobrinhas por planta. O comprimento dos frutos fica entre 12 e 18 cm e alcança entre 180 e 400 gramas, dependendo do ponto de colheita. Se colhida com comprimento de até 10 cm é possível ser preparada como picles.

          Ao adquiri-las é recomendado que elas sejam armazenadas em temperatura acima de 10°C e embaladas com filmes plásticos para evitar que murchem.



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Pimentas: breve introdução

          Pimenta: o termo deriva da forma latina pigmentum que quer dizer “matéria corante”, posteriormente a palavra se transformou em pimienta e ganhou o significado de especiaria.


          De acordo com resultados de explorações arqueológicas no México há registros de consumo de pimentas de 9 mil anos atrás, , no Peru a data é de 2500 a.C.

          Antigamente as pimentas eram usadas para preservar alimentos da contaminação por fungos e bactérias, e também como condimento em carnes e cereais para que o sabor ficasse atraente, mesmo após longos períodos de armazenamento.


         As pimentas que conhecemos pertencem a dois gêneros:

         Piper, que são sementes de plantas da família das piperáceas e tem como principio ativo a piperina. A pimenta-do-reino é representante desta família.
         Capsicum pertencentes à família das solanáceas, e tem como principio ativo a capsaicina, e pode ser representada pela pimenta dedo-de-moça.

         São muito ricas em vitamina A, E, C e ácido fólico. Os princípios ativos piperina e capsaicina são responsáveis pela sensação de ardência. A capsaicina é liberada pelo tecido interno do fruto ao sofrer corte, ou algum outro dano físico.

         Para o gênero Capsicum é possível mensurar a ardência através de uma escala, medida em unidades de calor de Scoville. O valor desta escala pode variar entre 0 e 300.000, a pimenta dedo-de-moça, por exemplo, varia entre 5 e 15 mil unidades. Existe outra escala denominada de escala de temperatura, onde a classificação varia em graus 8, 9 e 10 para as muito picantes; 4, 5 e 6 para pimentas de média ardência; e 1, 2 e 3 para as mais suaves.

          Exagerou na quantidade da pimenta?

          A sensação de ardência pode ser aliviada ingerindo leite, ou de miolo de pão. Água não adianta! A capsaicina não é solúvel em água!



sábado, 11 de setembro de 2010

Época de: Amora!

          A amoreira-preta pode ser facilmente encontrada em jardins, passeios e praças em nossas cidades, e por ser uma planta rústica é comum também que elas produzam uma boa safra.

         Repare bem: será que não tem nenhuma árvore perto de você cheia dessas frutinhas penduradas?

         Fazer uma “colheita” nestas árvores é uma boa idéia! Em 2008, na CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) o preço do quilo da amora variou entre R$12,00 a R$18,00. Grande parte das amoras do mercado in natura ou para o processamento são importadas, principalmente do Chile, que possui boa produção e oferece preços competitivos. Também há importação de países europeus.

         O grande varejo não costuma comercializar estas frutas. Por serem altamente perecíveis elas necessitam de ótimo manejo e infra-estrutura, principalmente sobre a refrigeração. Apenas uma grande rede compra essas frutas em pequena quantidade, e para ofertar em suas lojas classe A.

          A amora é nutritiva. Contêm 85% de água, 10% de carboidratos, com elevado conteúdo de minerais, vitaminas B e A e cálcio. Contém ácido elágico, que vem sendo estudado por suas funções a anti-mutagênica e anticancerígena.

         É uma fruta de clima temperado e a sua produção nacional é proveniente de municípios gaúchos, e aqui em São Paulo o destaque vai para a cidade de Campos do Jordão.

         O ponto certo de retirada da planta é quando a fruta está inteiramente preta. Se quiser conservá-las por até 2 dias é necessário controlar a umidade em torno de 90% e a temperatura em torno de 2°C.


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sobre as alcaparras

         A alcaparreira é um arbusto perene que demora de 3 a 4 anos para entrar em produção. As alcaparras que consumimos são botões florais, colhidos antes da abertura das pétalas e curtidos em água e sal grosso, vinagre e sal, ou alternativamente em água, sal vinagre e vinho. Contém vitamina C, cálcio, fibras, proteínas, carboidratos e considerada estimulante de apetite e digestiva.

         As alcaparras são utilizadas como condimento especialmente em peixes, e lugar de destaque em pratos da culinária maditerrânea, tem sabor meio doce/ácido e aroma sutil. Também tempera carnes, vinagretes, molhos com mostarda, saladas, recheios e maioneses. A escolha de alcaparras menores é o segredo do sabor, elas devem ser adicionadas aos pratos na parte final do cozimento, assim seu aroma não é perdido.

         São originárias da região mediterrânea, e são produzidas principalmente na Espanha, França, na região da Sicília e na Grécia. Necessitam de temperaturas altas e solos calcários, ou seja, que são caracterizados por altos valores de pH e alta concentração de cálcio, situação restrita no Brasil. A produtividade varia de 1 a 3 quilos por planta/ano de botões florais.

          No Brasil, o engenheiro Sérgio Di Petta que possui um sítio localizado em Brasópolis-MG, é responsável pela primeira safra de alcaparras nacionais, conseguida a partir de muitos testes feitos por ele mesmo. Com persistência de 10 anos de estudo ele é o pioneiro na pesquisa de características botânicas da planta. No ano passado, vendeu a produção para supermercados da região e cada 60 gramas de alcaparras saíam por R$ 4. A produção ainda é pequena, mas o objetivo principal do não é comercializar o produto, mas difundir o que aprendeu sobre a alcaparreira.


*Conheça o blog do engenheiro Sergio Di Petta e saiba mais sobre as alcaparras! http://sergiodipetta.blogspot.com/




sábado, 4 de setembro de 2010

Quero bananas sem manchas!

          A banana é a segunda fruta mais consumida no Brasil, e a segunda também em volume de produção. Possui grande importância na alimentação brasileira, pois seu consumo é ótima fonte de nutrientes, a baixo custo.

          Ela é colhida verde, quando possui alto teor de amido (responsável pela sensação de “amarrar” a boca) e textura rígida. Quando madura, a polpa da banana apresenta textura macia e alto teor de açúcares. No amadurecimento da banana ocorre quebra do amido, que se transforma em açúcar; degradação da clorofila da casca, pigmento que confere a cor verde; e produção de carotenóides, que são responsáveis pela cor amarela.

         Se após a colheita a banana for exposta a impactos, amassamentos e/ou abrasões ela irá mostrar em sua casca as conseqüências do manejo inadequado: manchas escuras. Esses tipos de danos devem ser evitados mesmo que as bananas ainda estejam verdes e rígidas, nesta fase não será possível ver qualquer tipo de sintoma, mas durante o amadurecimento ele aparecerá.

         Bananas bem manejadas, preservadas de danos, são inteiramente amarelas e não possuem manchas escurecidas. O armazenamento abaixo de 14°C também é responsável pelo escurecimento da casca.

         A observação da presença das manchas pode ajudar a escolher uma fruta de melhor qualidade e que irá ficar mais na prateleira. A uniformidade da cor amarela na casca é sinal de fruta bem cuidada e que oferecerá todos os benefícios de seus nutrientes. Uma vez que ela não sofreu injúrias até o caminho da sua casa, ela também terá condições de durar alguns dias a mais.