O pistache (Pistacia vera L.) é uma noz, nativa da Ásia Central, de países como a Síria, Irã, Turquia Grécia e Afeganistão. O Irã é o maior produtor mundial de pistaches, possui 300 mil hectares ou cerca de 70% com cultivo tradicional, porém de baixa produtividade por área. Países como a Austrália e o Chile tem investido em áreas de alta produtividade objetivando a exportação. Os maiores consumidores de pistache são os chineses, seguidos por americanos, russos e indianos.
O pistacheiro é uma árvore que mede de 3 a 8 metros, pertencente à família Anacardiaceae (a mesma que o caju e a manga). Demoram de 7 a 10 anos para entrarem em produção plena, em contrapartida a longevidade é uma de suas marcas, há relatos de plantas com 80 anos com boas produções. Tem característica bienal, o que quer dizer que um ano produzem muito bem, e no outro tem baixa produção. São exigentes em frio e em água.
Pode ser consumido na forma de noz, torrado e salgado, comercializado com ou sem casca. Muito utilizado na confeitaria em geral, o óleo de noz de pistache também é usado em indústrias de cosméticos e farmacêuticos.
Não há cultivo comercial do pistacheiro no Brasil, aqueles que consumimos são importados. Segundo pesquisadores do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) ele poderia ser adaptado em áreas onde temos clima temperado, ou com tradição e tecnologia em produção de frutas, juntamente com outras produções, como a uva, seria uma forma de consórcio que compensaria os primeiros anos improdutivos.
O preço do pistache pode variar, dependendo da sua origem e qualidade, mas um preço médio no mercado é de R$ 12,00 cada 100g.

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